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RS reforça enfrentamento às arboviroses e alerta para importância da prevenção coletiva

O Rio Grande do Sul intensifica as ações de enfrentamento às arboviroses, grupo de doenças transmitidas por mosquitos que inclui dengue, chikungunya, zika e febre amarela. Com a chegada dos períodos mais quentes e chuvosos, o Estado reforça o alerta para a importância da prevenção e da participação da população no controle do mosquito transmissor. No ambiente urbano, o principal vetor dessas doenças é o Aedes aegypti, mosquito que se prolifera em locais com água parada e pode estar presente dentro das próprias residências. Pequenos descuidos, como recipientes descobertos, calhas entupidas ou pratos de plantas com água acumulada, podem se transformar em criadouros e ampliar o risco de transmissão. A Secretaria da Saúde destaca que o enfrentamento às arboviroses exige vigilância contínua e ações integradas entre Estado, municípios e comunidade. Além do monitoramento epidemiológico, equipes de saúde atuam na identificação de focos, orientação da população e acompanhamento de casos suspeitos, buscando reduzir a circulação dos vírus e evitar complicações. A prevenção segue sendo a principal ferramenta para conter o avanço das arboviroses. Eliminar focos de água parada, permitir o acesso de agentes de saúde e buscar atendimento médico diante dos primeiros sintomas são atitudes fundamentais para proteger a saúde individual e coletiva. O Governo do Estado reforça que o combate às arboviroses é uma responsabilidade compartilhada e que a informação é essencial para salvar vidas.

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O Rio Grande do Sul intensifica as ações de enfrentamento às arboviroses, grupo de doenças transmitidas por mosquitos que inclui dengue, chikungunya, zika e febre amarela. Com a chegada dos períodos mais quentes e chuvosos, o Estado reforça o alerta para a importância da prevenção e da participação da população no controle do mosquito transmissor.

No ambiente urbano, o principal vetor dessas doenças é o Aedes aegypti, mosquito que se prolifera em locais com água parada e pode estar presente dentro das próprias residências. Pequenos descuidos, como recipientes descobertos, calhas entupidas ou pratos de plantas com água acumulada, podem se transformar em criadouros e ampliar o risco de transmissão.

A Secretaria da Saúde destaca que o enfrentamento às arboviroses exige vigilância contínua e ações integradas entre Estado, municípios e comunidade. Além do monitoramento epidemiológico, equipes de saúde atuam na identificação de focos, orientação da população e acompanhamento de casos suspeitos, buscando reduzir a circulação dos vírus e evitar complicações.

A prevenção segue sendo a principal ferramenta para conter o avanço das arboviroses. Eliminar focos de água parada, permitir o acesso de agentes de saúde e buscar atendimento médico diante dos primeiros sintomas são atitudes fundamentais para proteger a saúde individual e coletiva.

O Governo do Estado reforça que o combate às arboviroses é uma responsabilidade compartilhada e que a informação é essencial para salvar vidas.

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