Pesquisas recentes mostram que a definição de classe média alta no Brasil está diretamente ligada à evolução da renda do trabalho. Em 2025, a renda média individual girou em torno de R$ 2 mil, enquanto famílias do estrato superior passaram a registrar ganhos mensais entre R$ 12 mil e R$ 25 mil.
Essa faixa posiciona o grupo logo abaixo da elite econômica e até sete vezes acima da média nacional. A classificação leva em conta a renda domiciliar total, critério amplamente utilizado por economistas para evitar distorções relacionadas ao tamanho das famílias.
O impacto dessa renda se reflete no padrão de vida. Acesso facilitado a educação privada, serviços de saúde, lazer pago e formação de reserva financeira são características recorrentes, embora o grupo ainda esteja sujeito a riscos em caso de perda de renda.
Mesmo com o avanço da renda e a expansão das classes médias, o país mantém forte concentração de riqueza no topo. Especialistas destacam que a mobilidade econômica existe, mas depende do mercado de trabalho, da escolaridade e do contexto regional.



