Porto Alegre reforça orientações para evitar a Mpox no Carnaval – Notícias
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Foto: Alex Rocha/PMPA

Porto Alegre reforça orientações para evitar a Mpox no Carnaval

Durante os eventos, a recomendação é evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas na pele

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A Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre orienta os foliões sobre cuidados básicos para prevenir a infecção pelo vírus Mpox durante o Carnaval. A doença é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.

A prevenção começa antes da folia. “Quem vai festejar o Carnaval deve examinar sua pele e observar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente na área genital, boca, mãos e pés antes de sair” e, caso identifique alterações, procurar atendimento em uma unidade de saúde, utilizando máscara e mantendo as lesões cobertas, destaca a enfermeira Raquel Carboneiro, gerente em exercício da Vigilância Epidemiológica municipal.

Em 2026, a Vigilância Epidemiológica registra um caso confirmado de Mpox em residente de Porto Alegre, com infecção ocorrida fora do Rio Grande do Sul. Em 2025, foram confirmados 11 casos no município.

Durante os eventos, a recomendação é evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas na pele. Outras medidas importantes incluem:

Higienização das mãos – Utilizar álcool em gel 70% com frequência, especialmente após tocar superfícies em locais públicos, usar transporte coletivo ou interagir com outras pessoas.

Evitar o compartilhamento de objetos – Não dividir copos, talheres, garrafas, cigarros, roupas ou toalhas.

Uso de máscaras – Em aglomerações muito densas, as máscaras podem oferecer proteção adicional, principalmente se houver circulação ativa do vírus.

Sintomas – Os primeiros sinais podem incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e gânglios inchados (ínguas), seguidos de lesões na pele. Em caso de suspeita, é fundamental procurar atendimento de saúde, que orientará o isolamento domiciliar. Pessoas com sintomas não devem frequentar blocos nem manter contato sexual ou íntimo. O período de incubação varia de três a 21 dias, com média entre 10 e 16 dias. A orientação é manter atenção aos sinais após o feriado.

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