Luisa Mell pede prisão de ex-marido com base na Lei Maria da Penha – Porto Alegre 24 horas
Foto: Reprodução/Instagram

Luisa Mell pede prisão de ex-marido com base na Lei Maria da Penha

Ativista da causa animal acusa ex-marido de abuso e de ameaças

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A ativista da causa animal Luisa Mell pediu a prisão provisória do ex-marido, o empresário Gilberto Zaborowsky, com quem foi casada por 10 anos. A ação foi protocolada na segunda-feira, 11, com base na Lei Maria da Penha.

Luisa Mell acusa o ex-marido de abuso psicológico e ameaças. Ela já tem uma medida protetiva contra Gilberto Zaborowsky, que não pode se aproximar a menos de 500 metros da ativista, nem entrar em contato com ela.

No pedido de prisão, ao qual o G1 teve acesso, o advogado da ativista, Angelo Carbone, diz que o empresário continua procurando sua cliente e fazendo ameaças à sua integridade física por meio de telefonemas sem identificação.

“Há o temor que ele venha a agredi-la fisicamente ou até matá-la”, diz o documento.

O advogado de Luisa Mell diz ainda que Gilberto Zaborowsky é dependente de drogas e com um poder incalculável financeiro, aduz que vai fazer justiça com as próprias mãos”.

Luisa Mell acusa ex-marido de abuso psicológico

No último sábado, 9, a ativista publicou um texto nas redes sociais acusando o ex-marido de abusos psicológicos durante o casamento e de ameaças após o fim do relacionamento.

“Agressão também se faz com palavras, atitudes e manipulações e nem sempre quem está presa em um relacionamento abusivo percebe isso”, afirmou a ativista em publicação no Instagram.

“Muitas vezes, eu pensava em sair de casa, mas ia ficando. Questionava se não era eu a louca, como ele sempre afirmava quando eu tentava resistir aos abusos, se tudo aquilo realmente acontecia sem conseguir enxergar o relacionamento abusivo que sofria estando dentro dele. Me perguntava se não deveria aguentar tudo aquilo pelo meu filho. E em nome das minhas inseguranças e por acreditar que ele me amava, segui por anos sofrendo todos os tipos de abusos psicológicos e emocionais dentro de casa”, revela a ativista.

Fonte Catraca Livre

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