Pesquisa sobre 3ª dose da Coronavac tem recorde de procura – Porto Alegre 24 horas

Pesquisa sobre 3ª dose da Coronavac tem recorde de procura

Apesar da alta procura, apenas 1.200 pessoas foram recrutadas para participar do estudo
Foto: Cristine Rochol | PMPA

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O estudo conduzido pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade de Oxford para avaliar a necessidade de uma terceira dose para quem tomou a Coronavac teve número recorde de procura.

De acordo com Sue Ann Clemens, coordenadora da pesquisa, algumas horas após a abertura das inscrições 16 mil pessoas demostraram interesse em participar do estudo; no segundo dia de inscrição o quantitativo subiu para 20 mil interessados.

A coordenação do estudo recebeu ao menos 600 e-mails e telefonemas de pessoas e universidades com interesse em participar da pesquisa. Segundo Sue Ann, alguns universitários que se vacinaram com a Coronavac e receberam bolsa de estudos na Europa estão preocupados com o acesso a esses países, que ainda não aceitam imunizados com a vacina em seus territórios.

Apesar da alta procura, apenas 1.200 pessoas foram recrutadas para participar. Serão testadas todas as vacinas em aplicação no país (Oxford/AstraZeneca, Coronavac, Janssen e Pfizer/BioNTech) em pessoas já imunizadas com as duas doses da Coronavac.

A aplicação da terceira dose ocorreu na última segunda-feira (16) em voluntários nos estados da Bahia e de São Paulo.

Pela cronologia da pesquisa, 30 dias após a aplicação da terceira dose serão feitas coletas de sangue nos voluntários e as amostras serão encaminhadas para a Universidade de Oxford, que vai analisar qual dos imunizantes mantém os anticorpos neutralizantes para as cepas circulantes.

A expectativa é que, no início de novembro, os resultados sejam disponibilizados para o Ministério da Saúde, que pretende utilizar os dados para a aplicação da terceira dose da vacina na população brasileira.

A importância da participação dos voluntários foi ressaltada pela coordenadora da pesquisa. “Sem a contribuição dos voluntários à pesquisa, não há como gerar evidências”, disse Sue Ann Clemes. (CNN)

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