Mais de 99 milhões de brasileiros estão com a imunização contra o coronavírus completa – Porto Alegre 24 horas

Mais de 99 milhões de brasileiros estão com a imunização contra o coronavírus completa

Nas últimas 24 horas, foram aplicadas um total de 843.195 doses de vacinas contra covid-19.
Foto: Divulgação | PMPA

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O Brasil tem 99.657.382 pessoas que tomaram a segunda dose ou a dose única de imunizantes contra covid-19, o que equivale a 46,72% da população com o esquema vacinal completo, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados na noite desta segunda-feira (11).

Os que tomaram a primeira dose e estão parcialmente imunizados são 149.684.859 pessoas, o que corresponde a 70,17% da população. Já a dose de reforço foi aplicada em 2.404.156 de pessoas.

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No País, 251.746.397 doses já foram administradas desde o começo da vacinação, em janeiro de 2021.

Nas últimas 24 horas, foram aplicadas um total de 843.195 doses de vacinas contra covid-19.

Os Estados com maior porcentagem da população totalmente imunizada com segunda dose ou dose única) até este domingo são: São Paulo (61,01%), Mato Grosso do Sul (60,22%), Rio Grande do Sul (53%), Paraná (50,04%) e Espírito Santo (47,64%).

Estudo francês

Estudo francês publicado nesta segunda aponta que os vacinados contra a covid-19 têm nove vezes menos riscos de serem hospitalizados ou de morrer por complicações causadas pelo novo coronavírus que os não vacinados. A eficácia, que parece valer também para a variante delta, foi comprovada até cinco meses após a segunda dose da vacina.

Este é o maior estudo em termos de população realizado até agora no mundo. Os autores analisaram os dados de 22 milhões de pessoas de mais de 50 anos.
O resultado foi publicado em dois relatórios da Epi-Phare, um grupo científico que associa a Agência Francesa do Medicamento (ANSM) e o Seguro Saúde Nacional francês (Cnam).

Os pesquisadores do Epi-Phare compararam os dados de 11 milhões de pessoas vacinadas de mais de 50 anos, com os dados de 11 milhões de não vacinados, da mesma faixa etária. A comparação foi feita entre 27 de dezembro de 2020, quando começou a campanha de vacinação na França, e 20 de julho passado.

“As pessoas vacinadas têm nove vezes menos riscos de serem hospitalizadas ou de morrerem de covid-19 que as não vacinadas”, resumiu o epidemiologista Mahmoud Zureik, diretor do Epi-Phare. “A redução do risco de hospitalização de 90%” foi observada a partir do 14° dia após a segunda dose.

As conclusões do estudo francês confirmam as observações feitas em outros países como Israel, Reino Unido ou Estados Unidos. Mas o relatório francês é o “mais amplo já realizado no mundo”, afirma Zureik.

O estudo francês é publicado no momento em que levantamentos realizados no Brasil atestam a proteção proporcionada pelos imunizantes.

Um estudo do Instituto de Infectologia Emílio Ribas de São Paulo concluiu que quase 9 em cada 10 pacientes internados no hospital com complicações da covid-19 entre janeiro e a primeira quinzena de setembro não haviam completado o esquema de vacinação contra a doença. No Hospital Ronaldo Gazolla, em Acari, Zona Norte do Rio, 95% dos 208 internados com covid não se vacinaram.

Para tentar constatar o impacto da variante delta, hoje dominante na França, os pesquisadores utilizaram um procedimento específico. Eles levaram em conta somente o período a partir do qual a delta começou a ser predominante, isto é, somente a partir de 20 de junho (um mês antes do fim do estudo).

Os resultados obtidos foram semelhantes aos períodos anteriores. A eficácia da vacina nas pessoas com mais de 75 anos foi de 84%, e na faixa etária entre 50 e 74 anos de 92%. Mas os autores ressaltam que um mês é pouco para “avaliar o impacto real da vacinação em relação à variante delta” e que o “estudo deve continuar para integrar dados de agosto e setembro”.

O resultado vale para as vacinas Pfizer/BioNtech, Moderna e AstraZeneca. O quarto imunizante administrado na França, da Janssen, só foi autorizado no país mais tarde e não foi incluído no estudo.

Por enquanto, os autores estimam que “nenhum indício aponta uma perda de imunização que corrobore a necessidade de uma terceira dose da vacina para toda a população”. (O Sul)

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