Vendas de Natal se mantêm estáveis nas lojas e sobem em supermercados do RS – Porto Alegre 24 horas

Vendas de Natal se mantêm estáveis nas lojas e sobem em supermercados do RS

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Foi de 1% o crescimento real das vendas de Natal das lojas no Rio Grande do Sul em relação à mesma data em 2016, conforme levantamento da Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo (AGV). O desempenho poderia ter sido melhor. “Esperávamos 2% ou 3% reais sobre o ano  passado, mas o importante é que pela primeira vez o resultado foi positivo na comparação com o Natal dos anos de 2014, 2015 e 2016”, observou o presidente Vilson Noer.

Outro dado importante, conforme o dirigente, é que a alta é indicativa de 2018 melhor ao varejo. As vendas foram gerais, envolveram TVs, celulares e outros eletrônicos, além da confecção, perfumaria e calçados. Dois fatores atrapalharam os negócios deste Natal.




Um deles foi o feriadão. “O Natal caiu na segunda e o melhor dia, que seria a véspera, foi domingo: 90% das lojas no interior não abrem no domingo”, disse. A forte chuva de sábado em todo o Estado, que deveria ser o melhor dia para vendas, afastou clientes de lojas de rua.

Nos supermercados gaúchos o saldo foi mais positivo: na média 5% superior ao do ano passado com as vendas de produtos típicos para as comemorações do Natal, segundo balanço da Associação Gaúcha dos Supermercados (Agas), informado pelo presidente Antônio Cesa Longo.

Para o setor, diferentemente do que ocorreu ao comércio lojista, o calendário deste ano proporcionou a concentração das compras de Natal pelos consumidores no final de semana. Isso foi favorável aos comerciantes – cerca de 20% das vendas de dezembro foram realizadas sexta, sábado e domingo.




O feriado de Natal na segunda-feira permitiu aos consumidores compras nos supermercados sem pressa no fim de semana. Segundo Longo, as cestas e maletas de Natal apresentaram incremento de 15% nas vendas. Já os pequenos carrinhos e bonecas de baixo custo foram os carros-chefes em vendas de presentes, além das caixas de bombons, que registraram crescimento de 5% nas vendas. (Correio do Povo)



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