O bolso do Renato é gremista – Porto Alegre 24 horas

O bolso do Renato é gremista

Foto: Reprodução

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Eu tiro o chapéu para aqueles jogadores que fazem gols nos times que lhes revelaram e não comemoram em respeito ao clube e a torcida. E assim deviam ser os técnicos. Renato era um padeiro em Bento, que o Espinosa e o Koff deram oportunidade e ele aproveitou por ser um jogador talentoso. Daqui saiu por sua vontade e jurou amores ao Rio e ao Flamengo, a ponto de tirar o Gaúcho do seu apelido. Como treinador ele era o que? Nada! Treinou times médios, pequenos e o único grande foi o Grêmio, onde ganhou um mísero Gauchão. Bahia, Atlético PR, Vasco e só no Fluminense teve um certo destaque, mas tinha um baita time. Em seu retorno pegou um time pronto do Roger, deu sua dose de motivação. Fomos felizes durante aproximadamente 1 ano e meio, onde ele nos devolveu a alegria dos títulos e eu serei eternamente grato. No decorrer desse ciclo, perdemos por erros de jogadores que ele indicava ou insistia, teimosias, nana neném, falso melhor futebol do Brasil, deu mole, eu confio no meu grupo, o Flamengo tem 200 milhões, dentre muitas desculpas. Sim, disputávamos títulos e QUASE éramos campeões. Mas eu também quase peguei aquela loira linda na festa e nem me lembro mais da cara dela. O fim do ciclo foi patético, vexame atrás de vexame e todo respeito que o Grêmio adquiriu com ele, também perdeu quando ele estava aqui. O maior erro foi desta direção que entregou a ele a chave do clube o comando total do futebol, sem lhe dizer nunca não. Eu nunca vi isso no futebol brasileiro e nunca poderia dar certo. Renato traiu seu pai no futebol, o Espinosa, o único que ainda lhe freava, concordando com sua demissão. Renato traiu sua comissão técnica, sugerindo a demissão de todos que hoje brilham em outros clubes. Parei pra pensar quantas indicações de jogadores deram certo e só vi três, Barrios, Leo Moura e Diego Souza. O resto contou com a talentosa base. Contratos loucos foram feitos e só o Grêmio perdeu com isso tudo.
Esse foi o ciclo de Renato no Grêmio, o fato é que ele e o Grêmio cresceram juntos. Sem o tricolor gaúcho, quem seria Renato Gaúcho, ou simplesmente Renato Portaluppi? Nada! A sua briga foi com um diretor, parte da torcida queria sua permanência, a qual eu não me incluo. Teve despedida de ídolo e um até breve com uma festa sensacional que a torcida desafiou até o Covid pra demonstrar seu carinho. Era óbvio que seu destino era o Flamengo, a cama do Rogerio Ceni foi feita por jogadores, imprensa e dirigentes pra que isso acontecesse. Seu namoro era nítido, até mesmo quando estava aqui. Eu não esqueço dos finais dos jogos das goleadas que tomamos.
E ontem seu falso amor ao Grêmio ficou nítido. Agora ele tinha a obrigação da vitória e seu profissionalismo seria aceitável. Mas as atitudes durante o jogo demonstram muito mais a verdade. Risadas, deboches, ironias e comemorações exageradas marcaram o trágico jogo. Pra que isso hein Renato? Quem sofre com tudo isso é a torcida e não só o diretor que o afrontou. Lamentável ingratidão! O teu amor do momento é o Flamengo mas duvido que ai terás a chave do clube, que a torcida, diretores e imprensa irão aceitar e concordar e apoiar teus erros e desculpas. Duvido que terás tanto respeito e adoração, que terás a mesma valorização financeira, teu ciclo será tão vitorioso e apaixonante quanto o que tu teve no Grêmio. Lembraremos eternamente das tuas glórias mas também das tuas traições e ingratidão.
Não serei hipócrita em te desejar boa sorte, mas sim que amadureça pois o Grêmio é eterno e sempre já será gigante e tu daqui alguns anos onde estará? Tomara que tuas opiniões políticas não te levem a seleção, pq somente dessa forma conseguirás.

Escrito por Albano Gaddo – torcedor do Grêmio.

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