O governo de Cuba informou que 32 cidadãos cubanos morreram durante os ataques realizados pelos Estados Unidos na Venezuela, na madrugada de sábado (3), operação que resultou na detenção do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Segundo o governo de Miguel Díaz-Canel, os mortos cumpriam missões oficiais a pedido das autoridades venezuelanas e teriam sido atingidos em combates diretos ou em bombardeios a instalações militares e governamentais. Havana classificou a ação como um “ataque criminoso” e decretou dois dias de luto oficial.
Na Venezuela, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, afirmou que membros da equipe de segurança de Maduro foram mortos durante a operação americana, mas não divulgou números. Até o momento, o único balanço oficial de mortos é o apresentado pelo governo cubano, embora veículos locais e a imprensa internacional apontem números maiores de vítimas.
Os ataques, considerados sem precedentes nas últimas décadas na América Latina, seguem gerando reações diplomáticas e questionamentos sobre o total de mortos e feridos.



