Em uma ação militar sem precedentes, os Estados Unidos atacaram a Venezuela neste sábado (3), resultando na captura do presidente Nicolás Maduro, que governava o país há décadas. A operação gerou destruição significativa na Base Aérea de La Carlota, próximo a Caracas, incluindo veículos incendiados, danos à infraestrutura e colunas de fumaça visíveis em transmissão ao vivo da TV estatal venezuelana.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que acompanhou a ação em tempo real e destacou o alto nível de coordenação, profissionalismo e liderança das forças envolvidas. Segundo Trump, Maduro estava protegido em uma residência fortificada, com portas de aço e área de segurança reforçada.
Em declarações à imprensa, Trump disse que os Estados Unidos assumirão o governo da Venezuela de forma interina, enfatizando que a medida visa restaurar a ordem e garantir a transição política no país.
Reações internacionais
A invasão e captura de Maduro provocaram reações imediatas de líderes globais. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou o ataque como inaceitável e destacou a necessidade de respeitar a soberania dos países.
A operação também resultou em mortes e ferimentos, embora os números exatos ainda não tenham sido divulgados oficialmente. Especialistas alertam para a possibilidade de escalada do conflito e para os impactos humanitários que podem afetar a população venezuelana.
Contexto político
Nicolás Maduro liderava a Venezuela desde 2013, em meio a acusações internacionais de violações de direitos humanos e repressão a opositores políticos. O país enfrentava graves crises econômica e social, com escassez de alimentos, hiperinflação e migração em massa de cidadãos para países vizinhos.
A operação militar americana marca uma mudança drástica na postura dos EUA em relação à Venezuela, com implicações diretas para a estabilidade regional e para as relações diplomáticas na América Latina.


