O nome da apresentadora brasileira Luciana Gimenez voltou ao centro de debates nas redes sociais após aparecer em documentos oficiais relacionados ao caso do empresário Jeffrey Epstein, divulgados recentemente por autoridades dos Estados Unidos. Os arquivos, tornados públicos pelo Departamento de Justiça americano, reúnem comunicações, contatos e extratos financeiros ligados a Epstein, condenado por crimes sexuais, e passaram a ser amplamente repercutidos em plataformas digitais.
Entre os dados divulgados, constam registros de transferências financeiras atribuídas a Epstein e direcionadas a Luciana Gimenez ao longo de diferentes anos. Segundo levantamentos divulgados por veículos de imprensa, os valores somariam cerca de US$ 12 milhões. As datas das transações chamaram atenção por abrangerem períodos distintos, incluindo meses próximos à prisão definitiva do empresário, ocorrida em 2019.
A análise inicial dos documentos foi feita pela criadora de conteúdo Belyks, que destacou que a última transferência teria ocorrido pouco antes da detenção de Epstein. Os registros públicos, no entanto, não trazem explicações sobre a finalidade dos valores nem conclusões sobre a natureza das transações. Também não há indicação de que a apresentadora mantivesse empresas de agenciamento artístico ou de modelos que justificassem formalmente os repasses, o que intensificou especulações nas redes sociais.
Os documentos divulgados mencionam ainda outros nomes conhecidos internacionalmente, como o cantor britânico Mick Jagger, que aparece em registros de contatos ligados ao círculo de Epstein e é pai de um dos filhos de Luciana Gimenez. As autoridades americanas e veículos de imprensa ressaltam que a citação de nomes nos arquivos não implica, por si só, envolvimento direto em crimes. O caso segue gerando repercussão global à medida que novos dados são analisados e tornados públicos pela Justiça dos Estados Unidos.



