Casos de meningite preocupam prefeituras da Capital e Canoas

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Não é preciso pânico, mas sim, estar atento a meningite. A Secretaria da Saúde alerta os profissionais da área, que atuam em emergências para possíveis casos da doença. Este ano, já foram registrados 59 casos e nove óbitos por meningite do tipo meningocócica, no Rio Grande do Sul. O maior número de registros se concentra em Canoas e Porto Alegre, na capital uma criança de três está internada na UTI do Hospital Conceição .

A situação em Canoas é a mais preocupante, pois há dois casos da doença e em crianças. Segundo a Diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Marilina Bercini, mas não é preciso alarme.

“Canoas não está apresentando surto, estamos em situação de atenção. Vem acontecendo desde o início do ano, mesmo não sendo nos mesmos bairros, mas preocupa a prefeitura do munícipio. Casos de meningite sempre aconteceram, o que foge da normalidade em Canoas é que o número é um pouco maior do que o esperado”, diz Bercini.


A vacinação em crianças, adolescentes e jovens é a forma mais garantida de prevenção. E a Semana de Multivacinação dos Adolescentes, tem o objetivo de atualizar a situação vacinal desse público. Uma das vacinas é a Meningocócica C, que protege contra um dos tipos de meningite bacteriana. Neste período, também estão sendo disponibilizadas as vacinas contra HPV, Hepatite B, Febre Amarela, Sarampo, Caxumba e Rubéola.

Até agora já são 59 casos de meningite, com 9 óbitos. Em 2016, neste mesmo período, foram 54 casos e 8 mortes. Essa é a época do ano que a doença mais se manifesta.

Os principais sintomas são febre alta de início repentino, dor de cabeça, vômitos, naúseas, e manchas vermelhas na pele. Em crianças menores de um ano, é importante também observar a moleira elevada, irritabilidade, inquietação e choro agudo. (Band RS)