Novo sistema compartilhado de bicicletas começa em dezembro

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O novo sistema de compartilhamento de bicicletas de Porto Alegre deverá começar dentro de algumas semanas. A expectativa é de que, na segunda quinzena de dezembro, a Tembici esteja atuando plenamente na operação do serviço.

A empresa informou, em reunião com a Comissão de Defesa do Consumidor e Direitos Humanos da Câmara Municipal, que serão 733 vagas, 410 bicicletas nos pontos de aluguel e igual número de unidades como reserva.




O vereador Marcelo Sgarbossa, quem propôs o encontro, destaca os principais pontos negativos da gestão que está acabando. Ele espera que o cenário seja revertido.

“Especificamente, em relação ao fato das bicicletas estarem ali efetivamente na estação, muitos olhavam no aplicativo e viam que as bicicletas estavam, mas na realidade não estavam. Muitas tinham pneu furado ou faltava alguma peça, criava uma situação que as pessoas acabavam desistindo da bicicleta. Essa nova empresa que chega vem com uma nova tecnologia, bicicletas mais robustas e adaptadas ao uso compartilhado”, diz o vereador.

Segundo a Tembici, o aluguel das bicicletas poderá ocorrer com pagamento no cartão de crédito, uso do cartão TRI (para ônibus) ou ainda via cadastramento no site.



Sgarbossa comenta que uma transição já está em andamento.

“É gradual porque eles vão tirando as bicicletas aos poucos, desativando estações e colocando as novas no lugar. No feriado já tinha o processo de implantação das novas e, segundo a empresa, até dia 20 de dezembro eles já tenham as 400 estações”, diz Sgarbossa. (Band)

 

A Empresa Pública de Transporte e Circulação informou que as 40 estações ficarão mais próximas umas das outras. Apesar do atraso na execução do plano cicloviário da capital gaúcha, foi dada a garantia de que as melhorias no sistema e a conclusão de trechos ainda inacabados deverá ocorrer com maior celeridade a partir do ano que vem.

 

A expectativa da Tembici é de, já no primeiro mês de entrega do serviço, subir a demanda dos 27 mil usuários para 50 mil. Trata-se da mesma tecnologia empregada em Nova Iorque e Londres.