Fundatec não pretende anular questões polêmicas em concurso da Brigada Militar

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Do Sul21

A Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências (Fundatec), responsável por elaborar as questões da prova da Brigada Militar aplicada no domingo (17) e que resultou em polêmica, afirmou que não pretende anular as provas. “A abstenção foi de 11,80% e o certame seguirá dentro da normalidade, conforme procedimentos estabelecidos no cronograma divulgado no Edital de Abertura”, afirma em nota divulgada nesta segunda (18).




A nota isenta ainda, tanto o governo do Estado quanto a Brigada Militar, de participação na definição do conteúdo e afirma que foram respeitados “todos os princípios de segurança e sigilo, sendo a Fundação responsável pela formulação das provas, tendo como Bancas contratadas especialistas em suas áreas correspondentes, que seguem o padrão de excelência e passam por avaliações criteriosas”.

Questões como a 44, uma das mais atacadas como proselitismo político e que perguntava quem é o secretário de Segurança do Estado que anunciou a “abertura de 6.100 novas vagas para reforçar a segurança do Rio Grande do Sul”, uma medida para “reduzir o déficit de pessoal nos órgãos pertencentes à segurança pública”, são defendidas pela Fundação. “As questões abordaram assuntos de amplo conhecimento, que circulam na imprensa de forma incessante, e que são temas da atualidade, com extrema relevância social, importantes à história do País e do Estado do Rio Grande do Sul, local onde o candidato aprovado exercerá a função. O que se espera de um aspirante a um cargo público para o estado do Rio Grande do Sul é que conheça esses temas”, diz a nota.