Procon pesquisa preços de papelarias da Capital – Porto Alegre 24 horas

Procon pesquisa preços de papelarias da Capital

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O Procon Porto Alegre realizou novo levantamento de preços de 33 produtos de material escolar de 11 papelarias da Capital nessa sexta-feira, 9. A pesquisa se deu em cima também de 13 itens da cesta básica comercializada na 28ª Feira de Material Escolar, inaugurada nessa quarta-feira, 7, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico da prefeitura na Praça da Alfândega.




O preço da cesta básica de material escolar (na tabela abaixo, denominda Kit Feirão) comercializada na Feira é de R$ 14,50. A cesta é composta por: um tubo de cola branca, um apontador plástico, duas borrachas brancas comuns, uma pasta plastica com elástico, uma régua plástica, três cadernos pequenos, um pacote com cem folhas de papel ofício brancas (representado na tabela abaixo como duas unidades de monobloco com 50 folhas A-4), duas canetas esferográficas, uma caixa de lápis de cor tamanho pequeno, três lápis pretos nº 2, uma caixa de giz de cera, uma caixa de massa de modelar e uma tesoura escolar.

“Através dos valores apontados, percebemos que mesmo os menores preços encontrados nas papelarias apresentaram para o mesmo kit vendido pela Feira de Material Escolar um valor de R$ 25,74,”, avalia a diretora executiva do Procon Porto Alegre, Sophia Martini Vial. Na tabela, o campo “Menor Preço” refere-se aos menores valores encontrados nas papelarias.




Pesquisa – Até o começo do ano letivo, o Procon Porto Alegre divulgará os preços dos materiais escolares em lojas e livrarias da Capital visando a orientar o consumidor a buscar o melhor preço. Itens de uso coletivo, de higiene ou para fins administrativos não podem ser exigidos pela escola na lista de materiais. O custo desses produtos já é diluído na mensalidade cobrada pela instituição de ensino.

Materiais que não podem ser exigidos:
– Papel higiênico
– Copos descartáveis
– Pratos descartáveis
– Álcool de cozinha
– Giz para quadro
– Canetas para quadro
– Algodão
– Detergente
– Fósforo
– Sabonete
– Apagadores para quadro
– Lenços de papel
– Sacos plásticos
– Quantidades exorbitantes de papel de ofício



Materiais que podem ser exigidos:
– Itens de uso individual como lápis, canetas, colas, tesouras, pastas, cadernos, etc.
– Materiais didáticos (livros e apostilas)

Reclamações – Moradores de Porto Alegre podem registrar denúncias pelo site do Procon ou na sede da rua dos Andradas, 686, Centro Histórico. São distribuídas diariamente 90 fichas de atendimento, das 9h às 17h. O Procon municipal também disponibiliza para a população uma loja no terminal 1 do Aeroporto Salgado Filho, em funcionamento das 12h às 18h. O Procon Porto Alegre é um órgão vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE).




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