Lei da higiene de cestos e carrinhos de supermercados em Porto Alegre aguarda sanção – Porto Alegre 24 horas
Foto: Danilin/Thinkstock/Getty Images

Lei da higiene de cestos e carrinhos de supermercados em Porto Alegre aguarda sanção

Entidade que representa o setor atacadista afirma que a limpeza já faz parte da rotina dos estabelecimentos

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Está nas mãos do prefeito de Porto Alegre o projeto que foi aprovado pela Câmara de Vereadores tratando da higienização de determinados utensílios de supermercados. O assunto já causa polêmica: ficaria obrigatória a limpeza dos cestos e carrinhos de compras. E aquela “velha mania” de transportar as crianças na parte interna do equipamento seria proibida para os modelos sem assento.

O autor do projeto, vereador José Freitas, do PRB, explica que foi retirada do texto a determinação de limpeza a cada 24 horas. A periodicidade fica por conta de cada estabelecimento. O objetivo da matéria, no final das contas, é reforçar uma fiscalização por parte da prefeitura.

“Eu vou em vários supermercados e comecei a observar essa questão da limpeza. Vi que em alguns mercados, não são todos, é muito sujo, principalmente os cestos. O que nós temos que trabalhar, e eu vou trabalhar em cima disso, é pra haver fiscalização, porque onde houver ums fiscalização, automaticamente eles irão fazer regularmente essa higienização”.

Para o setor atacadista, a higienização não seria uma novidade, pois já faz parte da rotina dos estabelecimentos. O gerente executivo da Associação Gaúcha de Supermercados, Francisco Schmidt, afirma que a nova lei também não foge do que já existe de regulamentação.

“Os mercados sempre se preocuparam e cada vez mais se preocupam com pequenas coisas que fazem o conforto do consumidor. O código do direito do consumidor já prevê que os supermercados devem manter a higienização dos utensílios colocados à disposição dos consumidores”.
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Especialistas alertam que pelas mãos entramos em contato, todos os dias, com inúmeros microrganismos. Uma exposição maior do que a gente imagina com vírus, fungos e bactérias. E são as mesmas mãos que seguram cestos e carrinhos de supermercado. Em matéria de higiene, a infectologista do Complexo Hospitalar Santa Casa, Cynara Carvalho Nunes, destaca que cada um precisa fazer a sua parte.

“Mias por parte da pessoas cuidarem, lavarem as mãos, usarem álcool gel, quando estiverem gripadas evitar o contato com as mucosas e depois nas superfícies. E essencial que o supermercado tenha o dispositivo doe álcool gel”.

Agora, cabe ao prefeito Nelson Marchezan Junior sancionar a nova lei, para que ela entre em vigor, ou até mesmo devolver para a Câmara de Vereadores com veto total ou parcial do texto aprovado. (Jônatha Bittencourt | Band)

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