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O pagamento das novas parcelas do auxílio emergencial começará em abril e, segundo o Ministério da Cidadania, os integrantes do Bolsa Família serão contemplados com o benefício conforme o calendário habitual do programa.

Com isso, beneficiários do Bolsa Família receberão as novas parcelas do auxílio, agora no valor de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375, a partir do próximo dia 16 de abril, de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

O calendário oficial do novo auxílio ainda não foi divulgado, mas o ministério antecipou ao Metrópoles que o crédito a esses beneficiários ocorrerá como no ano passado, de maneira escalonada, sempre nos últimos 10 dias úteis do mês.

Quem tem o NIS final igual a 1 receberá a nova parcela em 16 de abril; beneficiários com NIS final 2 receberão no dia 19, e assim sucessivamente.

No total, serão quatro parcelas destinadas a famílias de baixa renda. A pasta prepara uma Medida Provisória (MP), que deverá ser publicada nesta terça (16/3) ou quarta-feira (17/3), para realizar o pagamento do benefício.

Em 2020, o auxílio emergencial teve parcelas de R$ 600 (ou R$ 1,2 mil no caso de mães chefes de família), por mês, para cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas.

Em setembro do ano passado, foi liberado o auxílio emergencial extensão, de R$ 300 (ou R$ 600), com o pagamento de quatro parcelas mensais. O último depósito do benefício ocorreu no fim de dezembro.

Como revelou o Metrópoles, após uma série de atrasos e erros do Governo Federal, cerca de 17 milhões de brasileiros aprovados para serem beneficiados não receberam todas as novas parcelas de R$ 300.

“Com a aprovação da PEC Emergencial pelo Congresso Nacional, ficam viabilizados os recursos, no valor de R$ 44 bilhões, para que o governo federal possa editar uma medida provisória e fazer chegar a milhões de brasileiros o auxílio emergencial”, informou o Ministério da Cidadania.

“O objetivo é atenuar o sofrimento de tantas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e passam por dificuldade neste momento de pandemia. O Ministério da Cidadania está empenhado, com prioridade máxima, para executar e fazer chegar aos brasileiros esses recursos públicos”, prosseguiu.

Fonte: Metropoles