Foto; Porto Alegre 24 Horas

Familiares de presos fazem manifestação nesta quarta-feira em Porto Alegre

A ação seria uma cobrança de demandas não atendidas

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Direto da redação:
Familiares de presos do sistema penitenciário da capital realizaram uma manifestação na manhã desta quarta-feira (05) no entorno do Palácio Piratini e também em frente a sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Entre as demandas, os parentes pedem o retorno das visitas e das entregas de materiais de itens pessoais, além de cobrarem prioridade no calendário de imunização contra a covid-19 .

A ação seria uma cobrança de demandas feitas anteriormente, porém sem solução. Eles solicitavam acesso às informações, transparência e efetividade na comunicação entre internos e familiares, retorno da visita social aos internos e internas de todas as unidades prisionais. E de acordo com o ofício da comissão carceraria Guerreiras de Fé CPPA, encaminhado ao governador do estado estão as propostas citas nesta matéria.

Leia a nota na íntegra:
“A comissão carcerária guerreiras de fé, composta por familiares de apenados da cadeia pública de Porto Alegre, vem por meio deste, solicitar a retomada da visita presencial na cadeia pública de porto alegre, podendo iniciar a liberação de uma (01) visita humanitária já neste mês de maio de 2021. Já se passaram (6) seis meses que familiares e apenados estão privados do direito à visitação. Também solicitamos que seja estabelecido um cronograma de visitas para os próximos meses, sugerimos uma (uma) visita mensal. Prezados, temos ciência da realidade vivida no mundo inteiro por conta do covid-19, mas por outro lado, já houve muitas evoluções, funcionários e servidores das casas prisionais já tomaram a primeira dose da vacina e todas as medidas de segurança estão sendo cumpridas. Porém, temos toda a certeza que tais mudanças realizadas pelo nosso governador, vão ser para que o sistema prisional gaúcho tome um novo rumo, um rumo voltado para o tratamento penal humanitário. Nossos sentimentos hoje, é que as autoridades não estão reconhecendo os presos e seus familiares como pessoas cidadãos de direito. Porquê passaram-se um (1) ano e (3) três meses de pandemia. São famílias estão desestruturadas por vários fatores, inclusive acometidas de doenças mentais como depressão, ansiedade, tentativa de suicídio entre outras. Na oportunidade, gostaríamos que este ofício, pudesse ser encaminhado para os órgãos a baixo, para que seja incluído possibilidade de vacinação nos apenados de todas as casas prisionais do estado do rio grande do sul. Transmitimos aqui, que os apenados não aceitam que outras categorias passem na frente da população carcerária, exceto a categoria dos professores.”

Assina: Comissão Carceraria Guerreiras de Fé – CPPA