Porto Alegre integra projeto-piloto de avaliação da segurança da vacina contra Covid-19 em gestantes – Porto Alegre 24 horas
Foto: Cristine Rochol/PMPA

Porto Alegre integra projeto-piloto de avaliação da segurança da vacina contra Covid-19 em gestantes

A intenção é desenvolver uma ação de vigilância em saúde intensificada para identificar possíveis eventos adversos pós vacinação (EAPV) e acompanhar as mulheres durante a gestação, parto e puerpério

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Porto Alegre foi escolhida para representar a Região Sul no projeto-piloto de avaliação da segurança da vacinação contra Covid-19 durante a gestação. A iniciativa é uma parceria da Organização Pan-Americana da Saúde, Ministério da Saúde e secretarias estaduais e municipais de saúde. No Brasil, foram incluídas no monitoramento cinco cidades, uma de cada região do país, dos estados de Rondônia, Pernambuco, Distrito Federal, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Neste monitoramento, serão contatadas por telefone, gestantes que, independente da idade gestacional, foram vacinadas contra a Covid-19. O fluxo de acompanhamento prevê três contatos durante a gestação (1º, 2º e 3º trimestres), outro no período entre 4 e 8 semanas após o parto e dois no pós-parto, no 3º e 6º mês de vida do bebê.

A intenção é desenvolver uma ação de vigilância em saúde intensificada para identificar possíveis eventos adversos pós vacinação (EAPV) e acompanhar as mulheres durante a gestação, parto e puerpério objetivando verificar complicações ou outros desfechos de interesse em saúde pública que poderão estar relacionados à vacinação. Desta forma, será possível fortalecer a vigilância da segurança das vacinas contra a Covid-19 nas gestantes e nos bebês de mães imunizadas.

Participação – A gestante tomará ciência dos objetivos do projeto no primeiro contato, no qual será solicitado seu consentimento para participação. O registro dos dados será realizado sistematicamente em formulário próprio e incluído em uma base de dados, onde será garantido sigilo, confidencialidade e segurança dos dados.

A iniciativa não vai alterar os processos de trabalho já instalados no município, ou seja, não há substituição de ações do pré-natal, por exemplo. Os dados das gestantes serão obtidos junto ao e-SUS APS, ferramenta de informação do Ministério da Saúde, com as próprias gestantes e com as equipes de saúde de referência. No decorrer do monitoramento, visando a obtenção de informações adicionais e a fim de evitar a perda de seguimento com a gestante/puérpera, poderá ser solicitado o apoio e parceria da Atenção Primária à Saúde (APS) para a busca ativa no território. Não há previsão para encerramento deste projeto.

PMPA

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