Entrou em vigor nesta quinta-feira (1º) o novo valor do salário mínimo nacional, que passa a ser de R$ 1.621. O reajuste corresponde a um acréscimo de R$ 103 em relação ao piso anterior, fixado em R$ 1.518, representando uma alta de 6,79%.
Com a atualização, o salário mínimo passa a equivaler a R$ 54,04 por dia trabalhado e R$ 7,37 por hora, considerando a jornada legal. Apesar de o valor já estar em vigor, o impacto financeiro para os trabalhadores será percebido a partir dos salários pagos em fevereiro, referentes ao mês de janeiro.
De acordo com estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aproximadamente 61,9 milhões de brasileiros têm seus rendimentos direta ou indiretamente vinculados ao salário mínimo, incluindo aposentadorias, pensões, benefícios sociais e contratos de trabalho.
O reajuste também deve refletir de forma significativa na economia. Ainda segundo o Dieese, a elevação do piso nacional tem potencial para injetar cerca de R$ 81,7 bilhões na economia brasileira ao longo do ano, influenciando o consumo e a arrecadação em diferentes setores.



