Petrobras põe ativos à venda e estimula demissões voluntárias
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Economia

Petrobras põe ativos à venda e estimula demissões voluntárias

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A Petrobras está à venda. São pelo menos R$ 21 bilhões que a maior estatal brasileira quer arrecadar em vendendo ativos.

Quem se interessar que apresente sua proposta: tem a BR Distribuidora com oito mil postos de combustíveris, a Transpetro com uma frota e 181 navios ( 55 próprios), 20 usinas térmicas, 16 refinarias (outras duas, Premium I e Premium II, que seriam construídas no Maranhão e no Ceará, não saíram do papel, nem vão sair).

Sem falar nos mega projetos das refinarias da Rnest, em Pernambuco, e do Comperj, em São Gonçalo, no Estado do Rio, que tiveram suas capacidades de produção bastante reduzidas.

A   Petrobras é dona ainda de três refinarias no exterior, mesmo tendo se livrado de Okinawa no Japão. Fábricas de etanol, rede de postos de serviços, usinas de biodiesel, projeto de energia eólica e por aí vai.

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A venda desses ativos não significa, necessariamente, a venda de 100% das ações, embora a empresa possa abrir mão do controle acionário.

A Petrobras está precisando de dinheiro para continuar explorando a área do pré-sal, este sim um investimento de excelente resultado.  Por isso, está incluído na relação dos ativos oferecidos.

No mês de janeiro deste ano foram 1,588 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) isto é, 47% da produção brasileira.

Fazem parte deste acervo oferecido ao mercado nacional e estrangeiro fábricas de fertilizantes (Fafens) em Sergipe e Bahia. A de Mato Grosso Do Sul recentemente obteve autorização do Tribunal de Contas da União (TCU) para retomar as obras contando com a participação de um consórcio chinês.

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Um dos motivos que pode tornar esses ativos mais atraentes é a redução do quadro de pessoal, evitando ou reduzindo passivos trabalhistas.

Uma ação deste gênero já foi tomada com a realização dos Programas de Indenização de Demissão voluntária (PIDV).

O primeiro começou em 2014, o segundo, este ano. Já deixaram a empresa mais de 16 mil empregados.

Ainda tem muita gente que pode optar pelo PIDV, planejado para acabar em setembro deste ano. O número de empregados concursados é bem menor do que os terceirizados (99.423). Os concursados, únicos que podem aderir ao PIDV, somam 49.385.

A maior indenização é de aproximadamente R$ 600 mil. Esse programa aceita somente empregados da holding. (G.P.) (Jornal Já)



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