Absurdo! Padrasto morde e espanca bebê no Litoral Norte – Porto Alegre 24 horas

Absurdo! Padrasto morde e espanca bebê no Litoral Norte

A mãe saiu de casa e deixou a criança com o namorado
Foto: Brigada Militar/Divulgação

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Um homem de 26 anos é acusado de torturar o enteado de um ano e 8 meses. O caso aconteceu em Xangri-lá, no Litoral Norte, na última sexta-feira (26). A informação é da Agencia GBC.

De acordo com a Polícia Civil, a mãe relatou aos policiais que deixou a criança com o namorado e saiu de casa para ir ao supermercado. Quando retornou, encontrou o filho cheio de ferimentos. Ela chamou o Samu e a Brigada Militar (BM), mas o homem sumiu.

Foto: Brigada Militar/Divulgação

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) levou o bebê para o hospital Santa Luzia, em Capão da Canoa, onde permanece internado devido a um princípio de parada cardíaca. Na instituição, os policiais encontraram marcas de mordidas no corpo e lesões na cabeça da criança.

O padrasto voltou para a casa da namorada horas depois. Ele foi detido pela BM e na delegacia, contou que era usuário de drogas e acabou liberado, por não ter mais flagrante. Porém, nesta segunda (29), a Justiça decretou a prisão preventiva dele pelos crimes de tortura e tentativa de homicídio.

Violência contra crianças – como denunciar?

Para denunciar qualquer caso de violência sexual infantil, é necessário procurar o Conselho Tutelar, delegacias especializadas, autoridades policiais ou ligar para o Disque 100. A Polícia Civil do RS dispõe também dos fones (51) 2131.5700 (para Porto Alegre), 0800 642.6400 e (51) 9.8418.7814 (WhatsApp e Telegram).

Disque 100: mantido pelo Governo Federal, recebe, encaminha e monitora denúncias de violação de direitos humanos. A ligação pode ser feita de telefone fixo ou celular e é gratuita. Funciona 24 horas, mesmos aos finais de semana e feriados. A denúncia pode ser anônima.

Aplicativo “Proteja Brasil”: disponível para smartphones e tablets, o aplicativo gratuito, mantido pelo Governo Federal, recebe denúncias identificadas ou anônimas. Também disponibiliza os contatos dos órgãos de proteção nas principais capitais.

Conselho Tutelar: é o principal órgão de proteção a crianças e adolescentes. Há conselhos tutelares em todas as regiões. A denúncia pode ser feita por telefone ou pessoalmente, e as unidades estão funcionando em horários diferenciados.

Delegacias de Polícia: seguem abertas 24 horas. Tanto as delegacias comuns quanto as especializadas recebem denúncias de violência contra crianças e adolescentes.

Polícia Militar: em caso de emergência, disque 190. A ligação é gratuita e o atendimento funciona 24 horas.

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