Saiba quem era o farmacêutico assassinado na orla do Guaíba – Porto Alegre 24 horas

Saiba quem era o farmacêutico assassinado na orla do Guaíba

Felipe Morais da Silva, 33 anos, residia em Farroupilha e viajou a Porto Alegre com grupo de motociclistas
Foto: Reprodução | Arquivo Pessoal

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Um homem foi assassinado, no último domingo (16), na orla do Guaíba, em Porto Alegre. A vítima foi identificada como Felipe Morais da Silva, de 33 anos. Ele era morador de Farroupilha, na Serra Gaúcha, estava na Capital visitando amigos quando se envolveu em uma briga e foi atingido por três facadas no abdômen. O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Esse foi o primeiro homicídio registrado no trecho 3 da orla do Guaíba desde a sua revitalização, em outubro. Imagens de câmeras de segurança registraram parte da briga, a polícia esta utilizando-as para tentar identificar os autores. A delegada Roberta Bertoldo também pede à população para quem tiver alguma informação sobre os responsáveis pelo crime, que passem através do numero 0800 642 0121.

Segundo informações, Felipe estava com mais dois amigos e as namoradas junto à orla do Guaíba, quando, por volta das 5h30min, um outro jovem teria esbarrado em uma das garotas. Conforme delegada, nesse momento teria se iniciado uma discussão, que terminou em briga.

Veja o vídeo:

Segundo a delegada Bertoldo, a briga não foi generalizada, mas sim entre os amigos da vítima e mais três. Segundo os amigos, a Brigada estaria em frente, mas não teria prestado auxílio, acrescentou a delegada.

A confusão aconteceu em frente ao ônibus da Brigada Militar, estacionado na Orla. Após ser ferido, Felipe teria ido até o ônibus onde estavam dois policiais militares para pedir ajuda. O rapaz chegou a ser socorrido e levado ao Hospital de Pronto Socorro (HPS) da Capital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no domingo.

A Brigada Militar nega que deixou de prestar socorro à vítima e garante que trabalhou para conter a confusão inicial. O comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel Fernando Gralha Nunes, afirma que o homicídio ocorreu em um segundo momento.

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