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A ala mais fiel ao bolsonarismo recebeu mais uma notícia complicada de defender frente à opinião pública do país: o Presidente Jair Bolsonaro teceu elogios ao polêmico ex-Presidente Fernando Collor de Melo, que deixou o cargo em 1992 depois de abertura de um processo de Impeachment e diante de circunstâncias até hoje mal esclarecidas, como o assassinato do seu braço direito, PC Farias.

A trajetória de Bolsonaro tem deixado seguidores confusos em alguns movimentos, como a conversão de Moro de herói a traidor, por exemplo. O repentino repúdio ao antes muito elogiado Ministro da Saúde, Mandetta, foi outro episódio controverso. Bem como o prolongado abraço em Dias Toffoli, a notável amizade com Gilmar Mendes e a aproximação mais do que cordial com Rodrigo Maia e o Centrão. As nomeações dos até então considerados “petistas”, como Augusto Aras (PGR) e Kássio Nunes (STF), foram outros golpes que os defensores do Presidente precisaram assimilar e entender com clareza para seguirem com a militância alinhada.

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