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Como forma de manter a população gaúcha atualizada a respeito da evolução do coronavírus no Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite realizou, na tarde desta segunda-feira (23/11), uma transmissão ao vivo (live) pelas redes sociais. Além de esclarecer dúvidas de jornalistas e de trazer dados referentes a cada uma das macrorregiões do Estado, Leite também apresentou o mapa definitivo da 29ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado.

Uma vez que o Rio Grande do Sul vem observando um aumento de casos e de internações confirmadas por Covid-19, o governador ressaltou a importância da colaboração da população.

“É importante que as pessoas lembrem que não estamos vivendo um momento de normalidade. Temos um vírus que circula entre nós e é importante que as pessoas não se aglomerem e reduzam os contatos. Não estamos pedindo que fiquem trancadas em casa, pois sabemos que é importante que as pessoas circulem, para a saúde mental e para a economia, mas que, ao circularem, ajudem seguindo os protocolos. Assim, poderemos conviver com o vírus de forma segura até a chegada da vacina, sem sobrecarregar os hospitais”, afirmou Leite.

Na 29ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado, o RS fica com oito regiões em bandeira vermelha (risco epidemiológico alto) e 13 em bandeira laranja (risco epidemiológico médio). As regiões em vermelho são Canoas, Capão da Canoa, Erechim, Ijuí, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo e Uruguaiana. Veja o mapa definitivo em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

O governador ainda reforçou o apelo à população ao destacar a vitória coletiva do Rio Grande do Sul. “Estamos diante de uma situação que inspira cuidados. O vírus, como disse, circula entre nós, é uma situação de disseminação crescente, e é muito importante que tenhamos consciência. Evitar aglomerações, festas ou eventos onde não haja os cuidados devidos, para não nos colocarmos em risco, nem as pessoas que conosco convivem”, destacou.

O Estado apresenta uma das menores taxas de letalidade por coronavírus – 57,1 óbitos a cada 100 mil habitantes, enquanto a taxa do Brasil é de 80,5. Para comparação, a taxa mais alta, do Distrito Federal, é de 128,2, e a mais baixa, de Minas Gerais, 46,2.

O RS também apresenta o menor excesso proporcional de óbitos do país: 3%. O excesso de óbitos identifica o diferencial do número de óbitos por causas naturais durante a pandemia em comparação com os óbitos esperados para o mesmo período. O excesso de óbitos mais alto, de 61%, foi encontrado no Amazonas.

Para reforçar a necessidade de colaboração e de cumprimento aos protocolos e às regras sanitárias, o governo do Estado lançou, na semana passada, a campanha publicitária #TeCuidaRS, com material em TV, rádio e internet. Com a proximidade da temporada de veraneio, a campanha será reforçada em outdoors localizados nas estradas que levam aos litorais Norte e Sul. (RS.Gov)