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O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, testou positivo para a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

A informação foi divulgada, por meio de nota, pela assessoria de imprensa de Mourão.

Veja a íntegra da nota da assessoria do vice-presidente:

“Na tarde de hoje, domingo, 27 de dezembro, foi confirmado o teste positivo para Covid-19 do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que permanecerá em isolamento na residência oficial do Jaburu.

Brasília, 27 de dezembro de 2020.”

Em maio, Mourão e sua mulher, Paula, foram submetidos a exames, mas testaram negativo para a covid-19. Na época, o vice-presidente se manteve em quarentena até o resultado dos exames ficar pronto.

Com Mourão, sobe para 16 o número de integrantes do alto escalão do governo federal infectados pela covid-19. Além de Mourão e do presidente Jair Bolsonaro, 14 ministros de estado foram diagnosticados com o novo coronavírus desde o início da epidemia no Brasil, em março deste ano.

Entre os ministros que tiveram a covid-19 estão: André Mendonça (Justiça), Eduardo Pazuello (Saúde), Fábio Faria (Comunicações), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência), Braga Netto (Casa Civil), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Onyx Lorenzoni (Cidadania), Milton Ribeiro (Educação), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bento Albuquerque (Minas e Energia), e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura).

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, o Brasil já contabilizou 7.481.400 casos confirmados de covid-19 e 191.146 óbitos. De acordo com dados divulgados na noite deste domingo, pelo menos oito Estados apresentaram aumento na média móvel de mortes. Seis estão com os números em queda e as outras 13 permaneceram em tendência estável (variação menor de 15% para mais ou para menos).

A média móvel de sete dias do número diário de mortes no país está em 625, o que representa uma queda quinzenal de 4%, variação pouco relevante.

Esse indicador é uma média entre os números de mortes e casos do dia e dos seis anteriores. A medida é comparada com a média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o “ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Levando em conta o número de casos (incluindo os não letais) a variação indica uma tendência de queda quinzenal de 19%, como o porém de que também há um risco maior de subnotificação. (O Sul)