O deputado federal Tiririca (PSD-SP) passou a ser alvo de críticas nas redes sociais após se recusar a assinar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, medida defendida por parlamentares e movimentos ligados aos direitos trabalhistas. A negativa impediu que o texto alcançasse o número necessário de assinaturas para iniciar a tramitação na Câmara dos Deputados, o que ampliou a repercussão negativa em torno da postura do parlamentar.
As críticas se intensificaram com a divulgação de dados sobre a frequência de Tiririca nas atividades legislativas ao longo de 2025. De acordo com levantamentos compartilhados nas redes, o deputado teria acumulado 34 faltas em sessões do plenário e reuniões de comissões, além de 55 dias de férias durante o recesso parlamentar. Também foram contabilizados 167 dias sem sessões plenárias ou reuniões de comissões, totalizando 256 dias sem atividade legislativa formal no período.
A combinação entre a recusa em apoiar a proposta relacionada à jornada de trabalho e o histórico de ausências tem sido usada por internautas como argumento para questionar o comprometimento do parlamentar com a agenda trabalhista e com suas funções no Congresso Nacional. Até o momento, Tiririca não se manifestou publicamente sobre as críticas ou sobre os motivos que o levaram a não assinar a PEC.



