Foto: Reprodução

Hang e Wizard defendem compra de vacinas por empresas privadas e dizem que aquisição beneficiará o SUS

Segundo o dono da Havan, empresários já conseguiram contatos no exterior para garantir a aquisição de cerca de 10 milhões de doses de imunizantes

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Os empresários Luciano Hang e Carlos Wizard disseram quem a mudança na lei sobre doação de vacinas contra a Covid-19 poderá beneficiar o Sistema Único de Sáude (SUS). Em vídeo enviado à Jovem Pan, a dupla comentou sobre a movimentação para permitir que empresas adquiram e doem vacinas para seus funcionários, dizendo que isso ajudará a desafogar o sistema de saúde e aumentará a velocidade da vacinação no país.

“Nós temos um grupo de milhares de empresários no país comprometidos com seus colaboradores e a nossa intenção é doar as vacinas para que eles possam ter uma vida, digamos assim, saudável, imunizada e protegida contra o coronavírus. Nós estamos fazendo isso sem qualquer objetivo financeiro ou lucrativo. É um apoio solidário a todo o empenho que o SUS está fazendo, é um apoio ao Programa Nacional de Imunização de forma tal que nós possamos agilizar e até antecipar a solução dessa crise humanitária que o país está enfrentando”, disse Wizard no vídeo.

Hang continuou, afirmando que empresários já conseguiram contatos no exterior para garantir a aquisição de cerca de 10 milhões de doses de vacinas e garantiu que a imunização da população é “o maior programa econômico” atual e que isso permitirá a retomada das atividades.

“O maior programa econômico hoje é vacinação em massa para que as pessoas possam voltar a trabalhar, a consumir, a andar nas ruas. E esses empresários, desde a semana passada a gente fez uma live, conseguiram vacinas no exterior, em torno de 10 milhões de vacinas, estão interessados em comprar essas vacinas, doar para as pessoas, acelerando, com isso, a fila do SUS”, disse o empresário. Por fim, Wizard ressaltou que, apesar das tratativas estarem acontecendo, ainda é necessário o apoio do Congresso. “Ainda assim precisamos do apoio dos congressistas, dos senadores para que a legislação tenha uma adequação, um ajuste. Tenha uma pequena mudança que nos possibilite. Porque, apesar da nossa boa vontade, hoje, conforme diz a lei, nós não podemos assim fazer”, finaliza o empresário. (Jovem Pan)