Lucas Viana é socorrido por ambulância após uso de cigarro eletrônico

Lucas Viana é socorrido por ambulância após uso de cigarro eletrônico

Influenciador relatou muita falta de ar e fez um alerta sobre os riscos dos chamados vapes: “Não fará mais parte da minha vida”
Foto: Reprodução/Instagram/eulucasviana

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O modelo e campeão do reality show “A Fazenda 11”, da Record TV, Lucas Viana, foi levado ao hospital por uma ambulância após passar mal, no último domingo, por causa do uso de cigarro eletrônico.

Em suas redes sociais, o influenciador disse que estava em uma festa quando começou a sentir falta de ar.

“De repente, me faltou ar de um jeito surreal. Não vinha nada, parecia que estava entupido de saliva. Não sei explicar. Tentava puxar, tentava puxar e nada. Fui socorrido por uma ambulância e ali já me deram um aparelhinho de oxigênio. Tudo isso aconteceu por conta de cigarro eletrônico, vape”, contou.

Segundo Lucas, os médicos pediram para que ele ficasse mais tempo no hospital em observação e para realizar alguns exames, mas ele contrariou a recomendação. À noite, ele voltou a sentir falta de ar e precisou voltar ao hospital.

“A gente nunca acha que vai acontecer com a gente. Hoje, foi comigo, mas amanhã pode ser com você. Isso a partir de hoje não fará mais parte da minha vida. Fica o alerta aí, porque o negócio é sério. A sensação é que parece que você vai morrer“, disse.

Riscos do cigarro eletrônico

O caso de Lucas não é isolado. Recentemente, a cantora norte-americana Doja Cat teve problemas de saúde pelo consumo excessivo dos dispositivos e precisou fazer uma cirurgia de emergência nas amígdalas.

Não é de hoje que os especialistas alertam para os inúmeros riscos associados ao uso contínuo de cigarro eletrônico.

Além de suas substâncias nocivas serem capazes de desenvolver dependência ainda maior que o cigarro comum, os vapes podem causar doenças sérias no trato respiratório, inflamação pulmonar e levar à morte.

Um balanço feito nos Estados Unidos, pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), indicava 2.290 casos de doenças pulmonares relacionadas ao uso do dispositivo, sendo que 47 deles resultaram em óbito.

Fonte: Catracalivre

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